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Celebizarros!

18 out

Olá, caros leitores

Sentiram minha falta? Estive em meio a uma crise moral… Afinal de contas, o que realmente faz de uma pessoa bizarra? Uma anomalia genética? Um hábito estranho? O que é bizarro?

Depois de me recolher em contemplação, uma resposta: fãs.

Fãs são bizarros. Fãs são bizarro por N motivos, já partindo da origem da palavra.
Momento cultural
Fã [do inglês fan] : ventilador. Eis os primeiros fãs:

Cléozinha e o fã clube

HÁ! Tenho sua atenção agora?

Mas se você ainda não está convencido, Sr. Cético, eu lhe apresento a bizarrice  semântica dos fãs. E digo mais, convenço-lhe em 3 imagens de que são eles a própria definição de “bizarro”.

1.) 

Herbert Chavez: o filipino mudou seu rosto para parecer com o ídolo.

2.) 

Cathy Ward,49, tatuou toda a "galera" de Twilight

3.)

Definitivamente não é minha filha. Senão ela não teria... Braço.


Consegui agora, não é?

Se quiserem, ainda há alguns termos a serem explorados: “Família Restart”, “Bieber Fever”, “Team Jacob” vs. “Team Edward”, etc. Mas como a intenção desse blog é entreter e não torturar, apresento-lhes a estrela do nosso Celebizarros! de hoje: Florence Welch


Sim! A ruiva que dança de maneira peculiar, com sua belíssima voz e a promessa de que “os dias de cão acabaram”. Mas o motivo dela estar aqui nada tem a ver com seu gingado estranho. Também não é por causa de seu fan-clube.

A própria Florence é uma fã. E aparentemente fervorosa… Confira:


Sabe, não a julgo. Alguns seriados simplesmente nos fisgam de forma a justificar toda a onda que os rodeia. Eu mesma me deixei seduzir por True Blood. De leve. Não chegaria a pedir para o ator Joe Manganiello (Alcide) lamber minhas feridas devido as propriedades cicatrizante da saliva canina, mas posso afirmar que outras escritoras desse blog pediriam. Ainda que não goste de Glee, por exemplo, consigo identificar um certo charme. Agora… Gilmore Girls?

 

Vai entender…

Vestindo a camisa

28 set

Minha coluna hoje é sobre um assunto que provavelmente a maioria dos leitores tem conhecimento: novelas. Já que elas são, sem dúvidas, a grande praga da televisão brasileira.

Não podemos negar que a qualidade delas é reconhecida não só dentro do país, mas também no mundo. Então você deve estar se pergutando por que teríamos que ter vergonha de admitir que assistimos, não é mesmo?

 

 

Esses dias eu estava almoçando de televisão ligada, quando o famoso “Vale a pena ver de novo” começou. Confesso que fiquei triste ao perceber que “O Clone”  já havia terminado e que agora estava passando “Mulheres de areia”. É impressionante como o número de capítulos é reduzido e quando a gente começa a acompanhar, a reprise da novela acaba. Até hoje não entendo o real propósito dessa simplificação, mas ta aí uma coisa que sempre me incomodou.

As novelas reprisadas tem uma característica um tanto quando peculiar, eu diria: quando a atuação dos atores é comparada com a atual, ela é particularmente ruim. Chega a ser bizarro a atuação quase que “manual” que eles têm e a minha vontade é voltar no tempo e dar umas dicas de interpretação.

 

 

Sem contar, caro leitor, como têm atores e atrizes que estão sempre presentes nas reprises e parecem que nunca vão sumir de nossas vidas. Em particular posso citar uma que está sempre com a mesma aparência (salve algumas – ou várias – plásticas): Vera Fischer.

 

 

E mesmo assim, mesmo em um horário inviável para a maioria das pessoas, as telenovelas do “Vale a pena ver de novo” continuam dando audiência para a emissora. Pois é, quando vemos estamos viciados acompanhando capítulo após capítulo de novelas que sequer consideramos acrescentar algo em nossas vidas.  Ufa, ainda bem que você têm a gente para poder admitir de consciência tranquila e ver que não está sozinho nessa.