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Isso não é um déjà vu.

12 set

Hey, there!

Bem vindo ao meu primeiro post em nosso blog! Será um prazer tê-lo por aqui!

Ok. Isso pareceu clichê? Pois você não viu nada ainda.

Já parou pra pensar em quantos clichês a gente se depara todos os dias? Aquele beijo na chuva no filminho romântico, aquele último suspiro do cara no hospital – que revela um grande segredo em tempo exato antes de morrer, o cachorro que morreu no final do filme, o assassino sanguinário do filme de terror que na verdade é a criança… E já parou pra pensar que eles… funcionam? Você suspirou na cena do beijo, seu queixo despencou com a revelação do moribundo, chorou horrores com aquele cachorro e pensou naquela maldita criança quando ficou sozinho no escuro!

Essa coluna se destina pra destrinchar todos os clichês que… apesar de já miados e previsíveis, mexem com você. E estamos aqui pra te explicar o porquê!

Desde cinema, até a rádio – nada sai do radar.
Leia, comente, elogie e critique.

E não se esqueça: se achar que está tendo um déjà vu, pense duas vezes – você pode estar, simplesmente, de cara com um grande clichê.

Preparados?

Bom, nesse exato momento, estou no meu sofá, vendo televisão. Mais especificamente, um daqueles canais de TV à cabo. No meio de mil chamadas de seriados, e propagandas de perfume e carro,  é impossível não reparar em uma coisa: na chamada da série Nikita. OK, parte  se deve, sim, a sua repetição atordoante (às vezes, confesso que pronuncio as falas da chamada junto com a TV). Mas o que não deixa com que tiremos os olhos da tela é a premissa narrativa.

Trata-se de uma série de uma hora, sobre uma mulher linda – que no contexto hollywoodiano significa alta, magra e de pernas maravilhosas, bronzeadas e torneadas -, inteligente e misteriosa, que luta como ninguém, usa armas como ninguém e combate os “caras maus” de uma organização secreta como ninguém.

E, espante-se, isso é um clichê.

Tudo tem início com nossa princesa guerreira, a grande Shena.

E seguimos com as Panteras…

…E a infinidade de outras mulheres divas do crime, em suas vinte mil versões de CSI e afins.

Mas por que essa droga é tããão boa!?

Simplesmente porque as mulheres se sentem, desculpe a palavra (mas tenho que fazer jus ao nome do blog), foda. Eu pelo menos, me sinto ULTRA foda. Por quê?  Pra começar, porque a personagem principal, Nikkita (pasmem), é mais forte e perigosa que qualquer homem a seu redor. Que Rambo, James Bond, Jason Bourne, que nada! Ou seja: ponto positivo para as feministas de plantão. Ainda não convencido? Me diga, então, que mulher não quer ser super sexy e desejada ao mesmo tempo que é absurdamente mortal? Fora o fato que por mais que ela lute, corra, desative bombas, salte de carros em chamas e se meta em enrascadas internacionais, seu cabelo continua impecável. Quanto aos homens… Uma mulher gostosa, armas e carros capotando. Preciso dizer mais alguma coisa?

E sim, me realizo por ela, aqui, sentadinha em meu sofá, usando meu moletom e com meu cabelo nada impecável.

Vai, Nikkita, pega esse babaca de jeito!