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Na alegria e na tristeza

22 set

Leitores, preciso fazer uma confissão. Estou obcecada por Spartacus. Desculpe meninos, mas……

Ok meninos, para vocês nao ficarem com vontade de darem uma de gladiador e cortar minha cabeça fora, mando essa daqui de brinde.

Existe coisa mais “guilty pleasure” do que 50 minutos de sexo selvagem e violência gratuita? Como se não bastasse o seriado ainda me faz sentir melhor: a minha vida universitária contém menos álcool do que nas orgias Romanas!

Ok, gostar de Spartacus não é tão embaraçoso, afinal já existe um CLÁSSICO do cinema com o mesmo nome e história, e convenhamos “sex sells.” Então por que ele se encontra no nosso blog? Por um motivo bem simples, porque minha avó de 94 anos entrou no meu quarto enquanto eu assistia. Me senti um menino adolescente escondendo pornô, e me toquei naquele momento que Spartacus só se curte na intimidade. Por isso, apesar da sua trama incrível, ele entra na nossa lista.

Só alegria – A trama incrivel… ZUEIRA, os abs!!!:

E a tristeza – Ser pego no flagra durante uma das cenas absurdamente explicitas de sexo que ocorrem a cada 3 minutos:

Na alegria e na tristeza

15 set

Por enquanto já aprendemos que o nome científico do dedão do pé é Hálux, que a Nikkita agrada a todos, e que podemos sempre contar com a sessão da tarde e suas repetições incansáveis (e contagiantes.) O que mais que o nosso humilde blog pode proporcionar de informação útil a vocês, caros leitores?

Já ouviram a expressão “de médico e louco, cada um tem um pouco”? Pois bem, de incrivelmente legal e horrendamente ERRADO também. Essa coluna visa expôr ambos os lados dentro de uma obra; mesmo que no final todos saibamos que por mais envergonhante que algum aspecto possa ser, quem ama também ama pelos defeitos.

Vou começar contando uma história:

Quando eu era pequenina viajava muito para a Bahia. Como todos sabem, é um estado lindo…. No sol! Na chuva, se resume a meleca praiana*. Por isso eu ficava quentinha e seca em casa, fazendo a única coisa que tinha pra fazer: assistindo à TV aberta.

No começo era meio chato….

….e continuava chato….

… e de repente ficava INSUPORTÁVEL!

Não sabia como iria sobreviver a tarde. E daí, como se por intervenção divína, Deus (se ele for Mexicano) me mandou a salvação.

Pronto, me apaixonei. Me apaixonei pelo drama desencessário e exagerado, pelas cenas de beijo com o protagonista de nome composto e terno barato, mas mais do que qualquer coisa, me apaixonei pelo batom da Paola, a vilã! Tenho certeza que eu não sou a única que quis dar fast-forward nas cenas da Vovó Piedade e do menino chatinho (Carlitos?) para chegar nos 5 minutos por capitulo que a vamp aparecia; sofisticada, mas com cara de quem bebia todas, pegava todos, comia brie o dia inteiro e ainda não engordava!

Resumindo, na alegria – Paola.

E na tristeza – Vovó Piedade.

Gracias Señor, Cheers.

*Meleca Praiana: uma mistura nojenta de areia e terra molhada engrossados com o que só pode ser  super-bonder, temperado pelo cheiro delicioso de mofo e cachorro molhado. <Made in Hell>